A ideia de viver em união de facto inicialmente ... parece-me bem! Ajuda a que o casal se conheça melhor na vida em comum e que ajuste a sua maneira de ser à vida a dois (que nem sempre é fácil)!
No caso de não correr bem, vai cada um para seu lado, tentar refazer a sua vida, sem ter que passar pelo processo doloroso e caríssimo de um divórcio!
O que me deixa realmente triste é o facto de se ter perdido o romantismo do casamento! Essa cerimónia sempre teve, ao longo dos anos, uma grande carga simbólica! E, por muito que pense, não consigo perceber em que parte da História se perdeu o interesse por esse investimento emocional!
A ideia com que se fica de uma união de facto eterna é que há uma das partes (ou as duas) que não tem a certeza de querer perpectuar a relação "até que a morte os separe".
Por isso ... e porque não casar?
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